1Cor 5:1-5
"Ouve-se geralmente que há entre vós fornicação, e tal fornicação que nem ainda se nomeia entre os gentios... E vós estais ensoberbecidos! Não deveis antes ter feito luto?"
O caso: um homem vivendo com a mulher de seu pai (madrasta) — proibido tanto pela lei romana quanto pela lei mosaica (Lv 18:8). A Igreja não apenas tolerou — se orgulhou disso (provavelmente como demonstração de 'liberdade cristã'). Paulo ordena a exclusão do indivíduo para o 'bem' de sua alma — a disciplina tem propósito restaurador.
1Cor 5:6-8
"Não sabeis que um pouco de fermento leveda toda a massa? Purificai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós."
A metáfora do fermento (Pv 25:4; Gl 5:9): o pecado tolerado contamina toda a comunidade. A referência à Páscoa é profunda: Cristo é o Cordeiro pascal sacrificado; a Igreja deve ser 'sem fermento' (pão ázimo) — pureza que flui da obra de Cristo, não do esforço humano.