2Cor 12:2-4
"Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos... foi arrebatado até ao terceiro céu. E sei que tal homem... foi arrebatado ao paraíso, e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar."
Paulo fala de si mesmo na terceira pessoa. O 'terceiro céu' / 'paraíso' é a presença imediata de Deus. A experiência é inefável — não pode ser comunicada. Paulo não usa isso para se promover — usa para justificar o espinho que veio depois.
2Cor 12:7-10
"E, para que eu não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, um mensageiro de Satanás para me esbofetear... E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza."
O espinho (skolops te sarki) — identidade debatida (doença ocular, epilepsia, oposição humana). O que importa: foi dado para prevenir o orgulho, é instrumento de Satanás mas sob controle de Deus, e Deus respondeu não removendo mas provendo graça suficiente. Arkei soi he charis mou — a graça é suficiente.