Tg 1:2-4
"Meus irmãos, tende por motivo de toda a alegria o passardes por várias provações; sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. E a paciência deve ter uma obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma."
O paradoxo cristão: alegria nas provações. A lógica: provações testam a fé, o teste produz paciência (hypomone), a paciência produz maturidade. A alegria não é negação da dor — é visão do propósito. O cristão maduro não evita as provações — as abraça como escola de caráter.
Tg 1:5-6
"E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não faz reprovação, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, sem duvidar; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que o vento impele e agita."
A promessa da sabedoria: Deus dá generosamente (haplos — sem reservas) e sem reprovar (me oneidizontos). A condição: pedir com fé, sem dividir-se (diakrino). O homem dividido (dipsychos — de duas almas) é instável em todos os seus caminhos.